segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Todas São Dignas Se Há Dignidade Em Quem As Faz


Hoje parei e pensei algo: As pessoas querem o fazer perder a confiança em si mesmo.

Analisando alguns pontos da minha vida, o discurso de tantas pessoas perante as minhas vontades e decisões, observei um comportamento estranho e, na minha visão, bastante inconsciente.
Parece que fomos programados no decorrer da vida para confiarmos cada vez mais em coisas externas e menos em nós. Programados para nos apoiarmos em tudo que estiver à nossa volta e for aceitável, admirável (aos olhos da coletividade); menos em nós mesmos, naquilo que nós somos.
Com isso, penso que essa nossa vida de "você é aquilo que você tem" encontra o seu sentido aí.

Um ótimo exemplo que se aplica é a questão das profissões.Alguém pode pensar que eu seja muito inexperiente pra tratar sobre isso. É posso ser sim. Mas é por isso que eu paro e reflito, pois não quero seguir um padrão que não me faz sentido e só perceber isso no auge da minha "experiência". Acho que no final as contas, com isso, nós é que nos tornamos experimentos dos outros.
Eu sigo aquilo que pra mim tem efeito, aquilo que foi questionado e me convenceu. Não quero abrir os olhos apenas quando alcançar a "divina experiência dos sabichões".
se alguém decide escolher uma profissão pra si, o que logo vem em seguida são os comentários alheios a respeito de sua escolha.
O engraçado é que todas as pessoas sabem tanto sobre profissões que vemos todos os dias, essas mesmas, pessoas sendo profissionais tão mal sucedidos. Curioso isso!

Sim, eu vivo um dilema nesse ponto, quem me conhece sabe bem disso. Então hoje parei e fui refletir sobre o que valia a pena na vida.
Me lembrei de todos os dizeres que todos fazem sempre que toco nesse assunto e cheguei à conclusão de que realmente fomos educados para nos apoiarmos sempre em algo externo e não naquilo que somos.
Uns dizem que devo seguir certa profissão porque "dá dinheiro" e não seguir outra porquê é "ruim". Mas espere, é uma profissão que faz a pessoa? Uma pessoa é simplismente a sua profissão?
Na minha concepção, a profissão é uma consequência e um acréscimo naquilo que a pessoa já é e não a determinante de sua vida.
Se a teoria alheia fosse tão eficaz não veríamos tantos profissionais nas ditas "boas profissões" sendo tão ruins no exercício delas ou em suas próprias vidas.
Com tudo isso, penso que não é a profissão que faz a pessoa (e nem deva). O que faz uma pessoa, uma vida, é o que ela aprende, a sua  educação, as suas experiências, as suas ideias e desejos, o que ela é de verdade e como ela usa isso (ou não isso).
Vejo que essa onda de não pensar, apenas seguir; nos incita a nos afastarmos do sumo de nós mesmos e tentar sempre nos apoiar em algo que seja mais aceitável pela coletividade.
Por quê? Porque assim é sempre mais cômodo. Afinal, pensar por si só causa muito desconforto.
A coletividade vive pagando as minhas contas, resolvendo os meus problemas e suprindo todas as minhas necessidades mais íntimas. Não, ela não faz isso.
Mas parece que sempre quer pensar por nós. Engraçada essa forma de altruísmo. Tão generosa, mas ao mesmo tempo tão falida, tão ineficaz e tão irresponsável pelos fracassos que vierem a ocorrer por conta disso.
É como aquela coisa de pais quererem projetar no filho o sonho de ser o que não foram. É um jogo de fazer do outro a peça do jogo que você não pôde jogar.
Ensinar alguém a pensar é muito melhor que programá-lo para ser uma peça do jogo alheio; coletivo ou particular.
Acho que dei o recado.
Níkolas Medson

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Que Ninguém Nos Impeça de Sermos Heróis


Tem gente que diz que arte não serve pra nada.

Tem gente que diz que música não é profissão.
Tem gente que diz que ser professor não vale a pena.

Eu sei o que todos dizem, mas sei mais ainda o que eu já vivi e a importância que a música e a educação têm na vida de alguém.


Pode ser cansativo, trabalhoso, desgastante e até desafiador, mas, apesar de tantos dizerem tantas coisas, não há como dizer que isso não faz diferença na vida de ALGUMAS pessoas que precisam e que um dia farão diferença no mundo em que TODOS nós vivemos.


Olho pra esses alunos de uma escola pública fazendo essa coisa maravilhosos emocionado, com lágrimas, e logo sei que escolhi a profissão correta pra minha vida. A Educação, a Arte... muitos podem tentar ignorar, mas a diferença que elas fazem na vida de muitas pessoas e, espero que façam também através de mim, nunca poderá ser ignorada, pois é maior que qualquer desmerecimento ignorante que se passa por cima no caminho.


Ser professor, ser artista não é ser apenas profissional. É ser formador de mentes, de pessoas boas e de vidas que brilharão por terem sido motivadas um dia.
Vamos amar a vida com o que ela precisa: Amor, Arte. Educação...
Chorei com esse vídeo e com o desejo de um dia poder também fazer a diferença na vida de crianças e de quem mais precise. Peço a Deus.


Pessoas pequenas podem menosprezar o quanto quiserem, mas sempre que vejo a alegria de crianças, como aqui, logo sei que a gratificação está muito além de qualquer quantia salarial e qualquer superficial valorização social. O objeto pelo que nós trabalhamos, vivemos, está muito além daquilo que algumas pessoas compreendem ou mesmo puderam conhecer. É algo muito maior e isso é o que nos importa, isso é o que nos move a olharmos para o outro e acreditar que podemos fazer mais felizes quem tanto merece.
Níkolas Medson

domingo, 24 de junho de 2012

Mentira Cotidiana. Simples Assim?

É como se, depois de um tempo, sempre se chegasse a conclusão de que não vale a pena, como se nenhum esforço compensasse ou como se a cada atitude vista, algo se perdesse um pouco. É assim muitas vezes a nossa relação com alguém que se aproxima de nós. Vemos, pensamos e concluímos que tivemos uma primeira impressão errada.

A intenção aqui não é generalizar os fatos ou as pessoas, mas apenas de expor o que se passa com muitos quando adotam a opção de deixar que alguma pessoa faça parte de sua vida. Alguns dizem que a primeira impressão é a que fica, mas bom seria se assim realmente fosse. Quem nunca conheceu alguém e algum tempo depois viu que a pessoa que você havia conhecido não era a mesma pessoa de agora? Imagino que muita coisa tenha se passado pela sua cabeça ao pensar nisso. 

Felizmente o ser humano é dotado de grande inteligência e hábil capacidade para se relacionar, formar grupos e interagir com vários indivíduos em curto espaço de tempo, mas, infelizmente, isso é usado de maneira estranhamente imatura e inconsequente. Usam de todos esses atributos para constituir relações frágeis tanto quanto as suas personalidades, ou melhor dizendo, quanto os seus personagens. Vivemos, convivemos e vemos que muito do que se enxerga é pouco do que se pode esperar, muitas vezes de forma negativa.

O que vem se mostrando é uma desvalorização do outro e das relações que deveriam ser baseadas em verdades. Muito se tem mostrado e pouco se tem provado quanto ao que realmente somos ou deveríamos ser. Muita decepção quanto à concepção do que o outro se mostrou ser e o que realmente era. Muita coisa suja escondida e sem preocupação alguma para ser limpa, esperando apenas que a qualquer momento toda ela seja despejada em cima do outro e que ele apenas aceite, achando tudo aquilo algo "normal". É muita piada pra pouca graça, muita brincadeira pra pouco palhaço. Enfim, sociopatas em grande escala, sociopatas legitimados.
Níkolas Medson

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Medo de Espelho

Domar a ira, dominar a ansiedade, exercitar a paciência... Algumas coisas que parecem tão simples até o momento em que você decide que vai ter um certo controle sobre elas. É muito fácil ser paciente, a menos que você se depare com uma situação onde realmente necessite tê-la. São de coisas assim que eu estou falando.

Penso que não fomos educados para que eduquemos a nós mesmos. Nos tornamos seres que desejam ter o controle de tudo e de todos, mas não controlamos a nós mesmos. Esta é uma verdade que preferimos não enchergar, talvez para não sentir a responsabilidade de ter de fazer algo. A comodidade é muito mais fácil e aí está mais uma prova do nosso "autodescontrole"; o fato de que sabemos que algo está errado e não querermos mudar por medo de não conseguir ir contra isso o suficiente. Mas espere um pouco, temos medo de nós mesmos? Sim; é o que parece.

Estamos fugindo de nós mesmos a todo momento, tememos os nossos desejos, os nossos sonhos, as nossas opiniões e ainda mais aquilo que em nós ainda é desconhecido, daí, fugimos ainda mais. E esse não é o caminho mais adequado. Se o homem não tivesse tanto medo de si, ele poderia se desenvolver muito além daquilo que todos dizem que pode. O poder de tudo não está nas grandes descobertas, mas nas pequenas descobertas que geram grandes diferenças. Não pode ir muito longe quem tem medo de ir muito perto, quem tem medo de olhar pra dentro e dar de cara com os limites, o obscuro e o que não se encaixa com o que está ao redor.

Certa vez li em um livro algo que dizia que no fundo de cada homem reside poderes que até ele mesmo desconhece, trazendo a ideia de que esses poderes estavam ali perdidos porque nós não temos o acesso devido para chegar até eles. Hoje penso que esses poderes realmente existem, mas não o conhecemos, não por ignorância, mas sim por medo, medo que o ser humano tem de si mesmo. Quer entender o outro, mas foge de si e, mesmo quando quer se compreender, se amedronta, pois tem medo do que sabe que pode encontrar, então toca somente aonde sabe que lhe é agradável. Precisamos tomar cuidado com os caminhos inversos, pois eles podem nos levar para algum lugar muito distante de onde nunca deveríamos ter tirado o olhar.
Níkolas Medson

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Estar Consigo, Estando com o Outro ou Só

Saiba estar sozinho e chore se necessário. Muitas coisas em nossa vida não são da maneira que queremos e outras, mesmo que sejam, acabam nos machucando aos poucos. Mesmo assim, não podemos deixar que isso seja tão relevante.

Quando se trata de pessoas que fazem parte de nossos dias, é sempre muito complicado falar, pensar e principalmente concluir algo. Cada um tem uma forma de pensar e várias formas de agir. No nosso relacionamento interpessoal, usamos tanto o outro como apoio para satisfazer às nossas necessidades e nossas realizações, que o outro acaba se tornando,muitas vezes, alguém imprescindível para nós. Mas será que na verdade das coisas é mesmo assim?

Na formação psicosocial de algumas pessoas, essa necessidade de apego ao relacionamento interpessoal tem papel importante. No entanto, como nunca teremos real ou permanente controle sobre as pessoas que nos rodeiam, isso pode se tornar uma armadilha.

Damos ao outro espaço que não lhe é devido, muitas vezes, dando até o espaço principal, lugar este que é predestinado somente a nós. Enquanto isso, vamos vivendo e nos perdendo, deixando que o outro seja o marco, ponto principal de nossa trajetória, o que faz com que nos percamos um pouco mais a cada atitude em prol deste e fique cada vez mais difícil encontrar a si. Até que num momento de choque vemos que aquele não está mais ali e estamos totalmente perdidos por conta do buraco que cavamos para nós mesmos, aplicando a alheios importância e responsabilidades que deveriam ser somente nossas, afinal, a vida é SUA e não de outrem.

Aí então vemos a necessidade de aprender a estar sozinho e como é triste chorar por ter de observar tudo aquilo que passou ou que está acontecendo de longe, sem poder fazer muita coisa, a fim de salvar a nós mesmos e aprender a ser feliz como se deve verdadeiramente ser; com nós mesmos como foco, não perdendo mais tempo, oportunidades e pessoas, principalmente nós mesmos.
Níkolas Medson

domingo, 17 de junho de 2012

Reclamar. Será que compensa?

Passar os nossos dias reclamando às vezes é uma das coisas mais cruéis que podemos fazer com nós mesmos. É triste quando caímos na real e vemos que a nossa vida é tão boa! Estranho isso? Não.

O que digo é que passamos tanto tempo reclamando de nossa vida, sem perceber, que quando vemos tudo de bom que há nela, muito já se passou e ótimas oportunidades de sorrir tranquilamente já se perderam. Fechamos os nossos olhos àquilo de bom que existe em nossos dias e olhamos apenas para aquilo que queremos, no caso, o que nos incomoda. Não conseguimos sequer perceber que há tanta gente com reais sofrimentos, que se levantássemos do nosso sofá e fossemos ajudar seríamos pessoas muito mais felizes e melhores. Mas não percebemos o quanto somos felizes e isso é lamentável.

Reclamamos de nosso emprego, de nossa família, de nosso relacionamento e de nossa aparência. Tudo se torna motivo de depreciação. É triste saber que muitas vezes é assim. Eu mesmo já fiz tanto isso! Esse texto é resultado de uma reflexão e tomada de decisão a tornar a olhar a vida com bons olhos. Agora pare e pense se você também não está perdendo oportunidades de ser feliz por conta de olhar apenas para aquilo que lhe incomoda e pode ser minúsculo.

Precisamos tomar cuidado para que isso não torne a nossa vida algo medíocre e necessária de arrependimentos e lágrimas, desta vez verdadeiras, por conta de não termos vivido bem enquanto tivemos a oportunidade. Viva agora, viva o agora e viva sabendo que nada é pra sempre. Sendo assim, aproveite e ame; e se ame. Isso fará com que você veja que tudo é melhor, bem melhor que nós pensamos que seja.
Níkolas Medson

Talvez uma Verdade Cheia de Mentiras

Mais uma vez retorno a este blog fazendo algumas análises sobre a nossa vida cotidiana. Hoje senti a necessidade de falar das tomadas de decisões que precisamos ter, mas que acabam se tornando difíceis por conta da "aceitação" das pessoas ao nosso redor.

Tentamos tanto conseguir autonomia na nossa vida financeira, profissional, amorosa; mas chega um ponto em que paramos e vemos que as nossas decisões estão girando em torno de opressões feitas a nós a todo tempo. Penso que isso gere uma confusão em relação ao que somos para os outros e o que somos para nós mesmos e a nossa realização em torno disso. Paramos em um dado ponto e vemos quantas decisões acabamos tomando contra a nossa verdadeira vontade, sem que possamos perceber.

Reclamamos da alienação da mídia, mas não percebemos a alienação que é feita em nós através dos que nos rodeiam. Como pode ser tão difícil saber se uma atitude é certa? A resposta é simples. Porque baseamos a sua legitimidade na aprovação dos outros. Cada pessoa é diferente e não há como receber a aprovação de todos, mas mesmo assim tentamos. Isso é um grave erro que cometemos. Pois pode nos deixar sempre insatisfeitos com as nossas atitudes, por mais que tenhamos agido conforme a nossa consciência ou nossas ideias. 

Sim, o mundo precisa de pessoas com opiniões. Mas nós precisamos apenas de consciência e verdade nas nossas decisões. Não desagrade aos outros quando necessário, mas aja com autonomia sempre que possível, mesmo que isso signifique um desencaixe em relação às "verdades" alheias. Isso sim faz toda a diferença!
Níkolas Medson

terça-feira, 1 de maio de 2012

Acho Que o Mais Importante Seja a Formação de Pessoas

Há pouco tempo, um juiz do Brasil disse que a união homoafetiva não deveria ser reconhecida, pois a união de dois homens não gera filhos, assim, não contribuindo para a formação do Estado. Hoje vi um caso parecido com isso, o que me gerou uma indignação tremenda. Dessa forma, casais estéreis não poderiam ter a sua união reconhecida, mesmo sendo héteros.

É claro que a união entre dois homens nunca poderá gerar um filho fruto do amor entre eles, no entanto isso não significa que ele não contribuem para a formação do Estado. Muito casais gays hoje procuram adotar crianças e encontram grandes dificuldade nesse processo por conta de sua orientação sexual. Enquanto isso, as crianças ficam nos orfanatos com cada dia menos chances de serem escolhidas por casais héteros, que têm a possibilidade de "formar" o Estado.

Penso que a verdadeira formação do Estado esteja muito além gerar ou não filhos, mas sim, do trabalho de gerar cidadãos e pessoas de bem. Se colocar crianças no mundo fosse efetivar a formação do nosso Estado, o Brasil seria um dos países com melhor formação estatal do mundo! Olhemos para a quantidade de abrigos abarrotados de menores para adoção. São inúmeros e na maioria das vezes, paupérrimos. Casais héteros podem se casar, adotar e participar da formação do país., enquanto os homoafetivos ficam marginalizados e privados até mesmo de contribuir para a formação da vida deles próprios e de outras pessoas que necessitam apenas de um lar, mas que não se enquadram nos padrões do casais "formadores do Estado. Enquanto os casais "normais" contribuem para o país gerando filhos e, muitas vezes os abandonando ao léu, as crianças ficam em orfanatos aguardando alguém que os escolha entre tantos e os casais gay ficam marginalizados sem poder exercer o seus direitos individuais e coletivos.

Os meus parabéns ao STJ pelo reconhecimento do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Agora sim o Brasil será um país melhor. Mais democrático e com menos preconceitos com esse grande passo na família e Justiça brasileiras.
Níkolas Medson

domingo, 22 de abril de 2012

Quando os Sorrisos Começam a se Perder


Negar o fato de que a vida é feita de inúmeros momentos que passam despercebidos aos nossos olhos é um dos erros mais comuns dos nossos dias. Observando um pouco mais os acontecimentos em torno de mim, pude perceber que a vida realmente nunca para, mesmo quando pensamos que nada esteja acontecendo. Em questão de um segundo, muita coisa pode mudar e não nos damos conta.

Com isso, também podemos ver a nossa falta de controle sobre os acontecimentos à nossa volta. Como o fato de que hoje, num momento comum de nosso dia, podemos estar sorrindo, mas se algo acontece em questão de pouquíssimo tempo, aquilo pelo que estávamos felizes, se torna algo que começa a nos ferir, mas não percebemos.Se agora, você está sorrindo com alguém, um minúsculo fato pode fazer com que no próximo dia você esteja chorando por aquela pessoa, ou com ela.  Tudo é muito complexo, muito rápido e, na maioria das vezes, incontrolável.

Penso que o melhor que possamos fazer seja aprender a estar atento às mudanças e a responder o melhor possível a elas. Não há razão de sofrermos muito por algo não tão grande. Mas há mil razões para nos animarmos nas pequenas alegrias de todos os dias, os acontecimentos a que damos menos atenção em nossa vida e que mais valem a pena de serem aprofundados.
Níkolas Medson

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Que Pensam e o Que Somos


Algumas vezes precisamos parar e olhar a vida como um filme, mas um filme que não foi escrito ou dirigido por nós mesmos. Pensando dessa forma, podemos ver
que, independente do que pensamos ou fazemos, sempre existirão pessoas à nossa volta trazendo à vida delas acontecimentos nossos como se fossem histórias que
irão marcar com algum fim; seja ele bom ou não. No entanto, independente do que tentamos fazer para que tenhamos controle do que pensam de nós, sempre pensarão inúmeras coisas boas e também inúmeros pensamentos insignificantes. E não podemos prender as nossas atitudes a isso.

Olhando um pouco mais para as nossas próprias atitudes e tentando questioná-las, vemos que hoje em dia vivemos muito mais pelo que queremos que pensem de nós, do que pelo que realmente somos. Isso tudo desvirtua a nossa identidade e cria uma vida de pessoas tentando parecer algo e cada vez mais se perdendo nas ilusões criadas por cada uma de suas invenções sobre si mesmos.

A sociedade atual preza muito aquilo que vê e aquilo que expõe, prega que devamos abrir mão dos mitos e crenças, mas ensina que todos devemos nos tornar seres "épicos" no meio de mortais, não esclarecendo que, por mais "grandiosos" que sejamos, somos pessoas iguais; com particularidades, mas com as mesmas verdades e mentiras humanas.

Todos nós temos a semente da grandiosidade dentro de si, mas ao invés de trabalhar para a conquista dessa verdadeira grandiosidade, preferimos nos acomodar e fazer parte de um sistema medíocre que ensina que existem pessoas mais "valiosas" e que obriga todos a entrarem em uma competição de realidades paralelas, onde cada um cria a sua própria valoração, o seu próprio motivo de valor, que acredita não ser algo seu por natureza, mas sim algo que deva ser conquistado por ele não haver conseguido alcançar ou se encaixar nos padrões apresentados pelos "heróis".

Com esse pensamento, parece que fica explícito o desrespeito que estamos tendo com nós mesmos, com tudo o que somos, e jogando na mão do outro a responsabilidade de dizer quem somos nós, pois já não entendemos que somos aquilo que pensamos, dizemos e fazemos, mas criamos a consciência de que somos
apenas aquilo que o outro pensa de nós.
Níkolas Medson

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Onde Há Força e Beleza


Algumas pessoas têm o dom de nos inspirar as coisas boas. São a partir dessas pessoas que o mundo se move para o que há de bom, pois nem todos aqueles que vivem conseguem fazer da vida algo maior e que possa servir de exemplo para outros fazerem o mesmo.
Há algum tempo conheci uma pessoa assim, alguém que me faz ver que, apesar dos pesares, tudo deve ser levado em frente, nunca é necessária a desistência, nunca se deve abater pelo cansaço e, mesmo que as dores existam, devemos sorrir e fazer com que elas nos façam mais fortes e nos levem mais adiante.
Fico feliz quando pessoas assim começam a fazer parte da minha vida, seja como colega de palco, como artista ou como mestra, o que importa é poder olhar sempre e enxergar alguém que passa força e que se mostra dona de si, o que inspira a todos que sabem olhar o que é uma vida. Esses são os meus agradecimentos a minha querida professora Célia Gusmão. Muito Obrigado!
Níkolas Medson

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

No Extremo Do Vácuo

Parar, pensar, viver ao menos um segundo. Estamos perdendo a noção de que isso é de extrema importância para a qualidade de vida e para todo o mais que precisamos nos nossos dias. Estamos vivendo de uma maneira em que dedicamos cada vez mais tempo às nossa atividades cotidianas e menos tempo a nós mesmos. Estamos vivendo um processo em que estamos confundindo o que é estar atento com aquilo que está em volta em relação ao que é estar atento com àquilo que somos.


Dedicamos atenção ao trabalho, às novelas, às atividades com os colegas do futebol e esquecemos que precisamos ter momento exclusivo para estarmos sós e tranquilos; um momento de estarmos apenas parados e em silêncio. Isso mesmo, apenas um momento para estarmos no meio do vazio que pudermos encontrar nessa rotina massante e louca em que vivemos hoje.

Quando estamos em meio ao nada, o ser procura algo e, como a única coisa que existe ali é o eu, toda a nossa atenção se volta para a pessoa que somos. Nesse momento vemos que o tempo que dedicamos todos os dias a muitas coisas, pensando ser um tempo dedicado a nós, é um engano.

Acabamos transformando até os nossos momentos de lazer em momentos de obrigações, pois nos sentimos obrigados a ter lazer em meio a todo o trabalho, mas como nos dedicamos mais à atividade do que ao quanto estamos nos sentindo bem  (ou não) com ela, isso se torna algo que não supre a nossa necessidade.

"Quero um momento para nós mesmos!"

É preciso se desligar das coisas e promover um reencontro.
Queremos nos descobrir nos outros, queremos nos descobrir nas coisas, mas esquecemos de nos descobrir em nós mesmos.
Níkolas Medson

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A Diva Que Nunca Será Esquecida, Whitney Houston


E foi mesmo assim, mais um diva morre. O triste é que foi a maior delas e a inspiradora de todas as que vieram depois. O grande ícone da música pop se foi aos 48 anos, no dia 11/2/2012, onde foi encontrada morta num quarto de hotel e sem êxito nas tentativas dos médicos a fim de ressuscitá-la.

Whitney Houston com certeza não será um nome esquecido, pois será sempre lembrada em todas as grandes divas que vieram logo após ela e que nela se inspiraram. Whitney foi a primeira grande voz do pop mundial com a sua extensão vocal esplendida e voz fora do comum. Com todas as suas técnicas, que logo ganharam espaço por conta de sua bela voz em ação, fazia de todas as canções uma obra única.

Nunca poderemos esquecer dessa grande mulher, que passou por extremos altos e baixos em sua vida e que teve sua vida exposta para tantos em todos estes. Foi uma mulher que soube passar por cima dos obstáculos, vencer os desafios e dar a volta por cima provando ao mundo o que uma pessoa poderia fazer se acreditasse nela mesma. O seu último grande sucesso foi a canção "I Look To You", onde a cantora mostra a sua forte ligação com Deus e a sua remição depois de todos os percalços e barreiras que havia superado, lembrando também de todas as críticas que recebeu enquanto estava inundada nas drogas.

A sua última apresentação foi na pré-festa do Grammy (prêmio que já a consagrou por várias vezes), onde cantou a música "Yes Jesus Loves Me" em meio a todos os gritos do público, que sempre ficou extasiado em suas apresentações e sempre a amou.

A grande inspiradora de muitos agora encerra a sua carreira aqui, mas como uma diva nunca morre, continuará presente nas trilhas sonoras de nossas vidas e marcando partes de nossa história com as suas belas canções, ou posso dizer, obras únicas criadas e vividas por ela.

Nunca nos esqueceremos dela, a grande e singular Whitney Houston (1963-2012), que vai deste mundo deixando tristes muitos amantes, mas, com certeza, com os intermináveis aplausos de todos e agradecendo a todos estes, como sempre fazia.
Níkolas Medson

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Etnocentrismo em Mulheres Ricas e a Hipocrisia na População Brasileira


Um dos motivos de grandes problemas da humanidade foi o grande pavor a certas raças, costumes, crenças, sexualidade ou nível social. De acordo com os nossos valores morais atuais, o preconceito é tido como algo não adequado ou agradável e somos repletos de políticas com o intuito de combater este tipo de pesamento.

Atualmente está sendo exibida num canal de TV aberta, um programa onde cinco mulheres ricas têm o seu cotidiano exposto e onde os telespectadores podem conhecer a vida de cada uma delas.

O que acaba gerando uma questão contraditória é que uma das participantes anda chamando bastante atenção e ganhando grade adesão do público pela sua forma de lidar com todos ao seu redor. Esta "personagem" não vive sem champagne, só gosta de coisas luxuosas e não poupa nos gastos. Até aí tudo bem, o problema é que um dos motivos da grande adesão do público por esta, é o seu jeito "cômico" de tratar a pobreza e os pobres.

A Val, como é chamada no programa, diz o tempo inteiro que detesta pobreza e demonstra grande antipatia de conviver com qualquer coisa que esteja ligada a ela. Fato estranho é este ter sido o maior atrativo que os espectadores viram nela. O que muitos parecem não ver, é o fato de que essa mulher representa algo que dizemos combater todos os dias.

O grande menosprezo dela vem sendo criticado pelas pessoas ricas, ou que têm um senso crítico mais elevado,  como uma grande vergonha e caricatura da massa de alto nível do país. Alguns dizem até ser uma vergonha o programa, pelo papel ao qual essas mulheres se sujeitam e a imagem que elas passam às pessoas que acompanham o programa. Isso sem falar de todos os desentendimentos explícitos que acabam sendo gerados entre elas por conta da maneira indelicada do tratamento de uma com a outra, maneira esta que causa até um certo espanto, pois, por se tratarem de mulheres da alta estirpe, espera-se que tenham ao menos educação de para conviverem entre si.

Enfim, aquilo em que fazemos tanta demagogia em cima, acaba virando circo para os nossos olhos quando queremos ver alguém menosprezando outro sem que precisemos nos expor para fazer isso. Todos os dias criamos mais políticas e atos a fim de lutar contra algo que, na verdade, acaba sendo um desejo reprimido nosso e que saciamos vendo alguém fazendo por nós aquilo que queremos fazer todos os dias e não podemos. Pois, já que no nosso país quem é rico pode quase tudo, deixamos que eles façam o que desejamos fazer e não podemos. Uma grande hipocrisia, mas enquanto isso, continuemos nas nossa políticas públicas contra qualquer tipo de etnocentrismo por uma "sociedade melhor". Níkolas Medson

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Belo Naquilo que é Simples


Algumas vezes procuramos muito e encontramos pouco. Mas por que isto? Será que nunca encontraremos o que procuramos? Acho que a resposta pra isso é o fato de não sabermos o que realmente procuramos e queremos.

Quando queremos algo que pensamos estar distante, recorremos logo às opções mais complexas ou àquelas com as quais nós não nos identificamos.

Se parássemos pra pensar que muitas vezes o nosso prazer que buscamos naquele momento não está na música mais badalada do momento, mas naquela playlist antiga que temos no computador, que o conforto não está no look mais bem montado, mas sim naquelas sandalha e blusa velha que temos em casa e que o melhor sabor não está no melhor restaurante, mas naquele hambúrguer da lanchonete da esquina, talvez saberíamos que a resposta pra muitos de nossos anseios está bem mais perto do que pensamos e podemos.

Não quero dizer que devemos deixar de lado tudo aquilo que é complexo, mas que devemos olhar para o belo que existe na simplicidade. Tudo o que é complexo tem em sua base uma coisa simples. Nem sempre o que está na mídia é o que mais nos agrada e nem sempre quem está no auge é aquele que tem as melhores explicações para as questões da vida e o melhor que podemos encontrar para nos dizer aquela palavra que precisamos em algum momento.

Observemos o simples e contemplemos nele a beleza do início. O início de uma vida, início de uma coisa grande e, principalmente, o início de um novo olhar nosso sobre todas as coisas. Níkolas Medson

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Busca do Eu e o Pensamento no Outro

Estamos nos tornando cada dia mais civilizados, ou pelo menos deveríamos. Cada dia interagimos mais uns com os outros e criamos, cada vez mais, laços com pessoas desconhecidas e distantes.

Parei pra pensar um pouco... Será que estamos aprendendo a pensar no todo realmente ou a nossa civilidade e grande número de ações sociais existentes hoje é apenas uma aparência que criamos para que a nossa sociedade pareça mais humana?

Todos os dias aparecem mais entidades que visam ajudar pessoas de alguma forma necessitadas e, juntamente com estas, surgem também mais pessoas interessadas em fazer parte dos que apoiam essas organizações.

Não digo um ou outro. Todos nós, apesar de tão interligados e atuantes em causas filantrópicas, estamos aprendendo a nos distanciar cada vez mais das pessoas e de seus problemas. Queremos designar aos outros a responsabilidade do problema do outro e até mesmo dos nossos.

Com a fuga da responsabilidade moral que temos uns para com os outros, apoiamos movimentos, mas não participamos ativamente deles. Damos esmola para alguém na rua todos os dias, mas nunca nunca olhamos nos olhos desta pessoa que está ali sempre que passamos. Não queremos nos aborrecer por conta dos problemas alheios e nos perdemos nessa fuga de nós mesmos.

O ser humano é uma criatura que tem necessidade de interação e contato verdadeiros. Se nos afastamos disso, nos distanciamos cada vez mais de encontrar a resposta que procuramos todos os dias. Uma pergunta que nunca terá resposta, mas que será aliviada se pararmos e olharmos à nossa volta: Quem somos; de onde viemos; para onde vamos e, por que estamos aqui.

Trabalhar para aquilo que sempre estará procurando não começa nas coisas que nos rodeiam, mas nas coisas que somos; pessoas que precisam estar em contato uns com os outros e isso incluis os chamados percalços.

Enquanto nos preocupamos com a viagem das férias de meio de ano; a festa do mês que vem ou a balada do final de semana, existe quem está apenas pensando se alguém se preocupa o bastante a ponto de ajudá-lo a vencer pelo menos o hoje. Níkolas Medson

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Pirataria e Educação

Todos já estão sabendo do combate à pirataria que está tomando força na mídia e agora chegou à internet, tirando do ar sites que eram usados para usuários fazerem downloads de arquivos diversos.

Há várias coisas que eu poderia dizer a respeito, mas abordarei aqui a questão com uma ótica voltada para a educação. A pirataria, principalmente no Brasil, é algo que tornou incontrolável e, inegavelmente, já faz parte da cultura do povo brasileiro, principalmente quando falamos dos estudantes.

Em nosso país, se não recorremos às "cópias de segurança", não conseguimos ter acesso ao ensino de uma forma efetiva. Isso pode ser observado dentro das escolas e faculdades, onde os alunos precisam fazer cópias de grande parte do material necessário para os seus estudos.

Sem hipocrisia, a pirataria trouxe vários benefícios a todos. Muitas pessoas, principalmente os jovens, só têm acesso a bons livros, filmes e músicas de qualidade, que vão acrescentar muito à sua bagagem intelectual e cultural, pela existência desse meio de contato, que é a única saída para muitos hoje.

Por fim, quero deixar claro que não discordo que a pirataria seja um crime, porém, crime maior é a falta de acessibilidade à educação e cultura que temos hoje. Não deveria ser crime aquilo que traz benefícios ao todo, pois o preço que se paga já é muito alto e pagamos com o resultado do subdesenvolvimento.

Obras artísticas, intelectuais, comerciais e/ou industriais não devem ser "roubadas" mas tudo que contribui para a educação e cultura deve ser para todos, não apenas para os que podem pagar,e pagar caro, para ter o que deve ser comum a quem necessita. Níkolas Medson

sábado, 21 de janeiro de 2012

Protestos Populares em Montes Claros


Quem mora em Montes Claros já se acostumou com o famoso protesto chamado FORA TADEU, que começou a tomar grandes proporções por conta da grande adesão principalmente da classe estudantil. Creio eu que isso tenha sido mais um pretexto que um protesto, pois logo após a epidemia do FORA TADEU começaram as greves por parte dos professores do ensino público e penso que isso tenha sido só mais uma forma de recrutar a população para apoiar o movimento que viria depois por parte dos educadores (movimento que não é o objeto desta discussão).
Depois de encerrada a greve no ensino público, nunca mais se ouviu falar sobre o manifesto contra o atual prefeito da cidade, até mesmo por razão da censura que há por parte da emissora de televisão predominante na região que, segundo algumas fontes, o prefeito tem sociedade.

A moda agora são as reclamações em relação aos buracos nas ruas. A cada dia aparecem novas piadas e reclames sobre a calamidade nas vias públicas de Montes Claros. Mas isso não seria demagógico demais, já que a população aqui tratada também pouco faz para que tudo esteja em ordem?

Vejamos, apesar de ser considerada por alguns como uma cidade pequena, a terra do pequi tem um trafêgo de automotores muito intenso, o que dificulta muito a preservação e manutenção do asfalto, além disso, somos uma cidade onde muitos motoristas não têm a civilidade necessária para conduzir um veículo pelas ruas e avenidas, o que resulta em muitos acidentes por conta de imprudência no trânsito, principalmente em decorrência do excesso de velocidade.

Esta semana foram instalados radares por toda a cidade a fim de controlar a velocidade do trafêgo e evitar problemas rotineiros, algo que o trânsito necessitava com urgência, no entanto, já percebi mais reclamações, agora por conta das medidas que estão sendo tomadas para que o este possa melhorar. Dizem que não há como dirigir em nossas avenidas à 40 ou 60 Km/h, que a cidade vai parar desta forma e, até mesmo, que isso não passa de uma grande besteira.

Montes Claros têm se tornado uma cidade cada vez mais populosa e necessita que a população se adapte a isso. Ao invés de ficarmos fazendo campanhas com vídeos no Youtube como a "Troca o meu pneu, Tadeu", cheio de palavras de baixo calão e que não contribui em nada para o caos na cidade, vamos tentar nos educar às mudanças que forem trazer benefícios ao todo e não apenas satisfazer a vontade de poucos e, protestar de uma forma no mínimo plausível para que algo melhore ao invés de tentar se auto promover usando pretextos como se fossem protestos.

Vimos apoiando e participando de protesto tão descapciosos, que esses estão se tornando apenas clichês baratos, como o da "Luíza, que está no Canadá". Chegou a hora de a população se conscientizar e fazer algo que realmente traga resultados, ao invés de buscar se promover através de vídeos musicais ou protestos onde cada um se esconde no meio da pequena multidão de ativistas, que parece ser o que realmente anda acontecendo. Níkolas Medson

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Capacidade de Acreditar e Nunca Desistir

O que é a vida se não uma grande trajetória de escolhas e tentativas para se chegar a um estágio cada vez mais elevado ao que estamos?

A vida é algo extremamente extraordinário e que nos incita todos os dias a conquistar aquilo que desejamos para nós. No entanto, nem todos conseguem firmar os seus objetivos e se perdem no caminho, dessa forma, acabam perdendo também o sentido de suas vidas e não entendem o porque de tudo.

Contrários aos que desistem, estão aqueles que nunca perdem a capacidade de acreditar. Esses acabam se tornando os heróis de nossa realidade; os exemplos de nosso presente e, os mitos de nosso futuro.

Ter força para ultrapassar as barreiras, principalmente as psicológicas, que talvez sejam as mais difíceis, é uma característica fundamental a todos aqueles que querem fazer de sua vida uma caminhada que tenha valido a pena. Nessa caminhada, capacidade de assimilação é um importante ponto a ser estruturado. Não chega muito longe aquele que se deixa abalar facilmente ou não sabe se reerguer quando isso acontece. Sem precisar falar da disciplina e perseverança, que são de extrema importância em todo o processo do triunfo.

Uma grande conquista se dá como resultado da formação de uma grande pessoa. Antes do êxito, temos a vitória como um objetivo, depois dele, olhamos para trás e vemos que ela é o resultado de uma grande caminhada cheia de brilho. Brilho este, que é próprio de um vencedor.
Talvez seja isso o que chamam de "Marca da Vitória".
Parabéns!
Níkolas Medson

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O Abismo Chamado Mentira

A mentira, uma necessidade que muitos acreditam ter e um vício de muitos destes.

Mentiras fazem parte da vida, mas podem se tornar algo "essencial" e que não consigamos abrir mão no dia a dia se não soubermos ponderar. Nem sempre dizer a verdade em um dado momento resolve o problema, mas sustentar situações em cima de uma mentira pode ser um grande desastre.

Sou daqueles que acredita que a verdade seja a melhor resposta a qualquer situação, pois a sinceridade consigo mesmo o ajuda a se constituir, como pessoa, de uma forma mais agradável, segura e leve.

A mentira é defendida por algumas teses como uma das características do desenvolvimento da inteligência da criança (da criança), no entanto, se o indivíduo não conseguir se desprender dela no decorrer de seu desenvolvimento, pode fazer com que a sua relação com os mais próximos seja frágil e nunca se consiga mudar isto. O que é uma grande pena!

Enfim, empenhar-se para estar sempre quite com a verdade é um dos melhores exercícios que podemos realizar, sem contar que, uma das melhores coisas da vida, é poder viver com a consciência limpa sabendo que tem a confiança daqueles que o rodeiam; a admiração dos que não tem coragem de fazer o mesmo e até daqueles que não simpatizam tanto contigo, mas que, por isto, sabem que você é alguém de valor. Além da segurança de que a sua vida é vivida verdadeiramente e sem débito com quem quer que seja. Níkolas Medson

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Expansão da Mente e Desenvolvimento


Com todas as informações que precisamos captar e processar todos os dias, a tarefa de manter as ideias bem colocadas se torna algo mais delicado, mas isso não quer dizer difícil.

A grande necessidade de estar em contato com novos contextos faz com que precisemos nos adaptar às diferenças presentes neles. Quando uma situação se abre diante de nossos olhos, o mais importante a fazer é saber compreendê-la, mas mesmo não podendo isto, o importante é saber lidar com ela de outra maneira.

Quando temos uma boa organização mental, isso nos traz uma maior facilidade para nos adaptar ou modificar situações que não estejam conforme o desejado a nós. Se conservamos a nossa capacidade de pensar e expandir a mente diante de situações fora do comum, fazemos com que aquilo que de início seria algo desagradável se torne insignificante.

Sair de nossa zona de conforto nem sempre é um problema, dependendo da forma como se assimila as coisas, esse choque pode se tornar uma grande alavanca para saltarmos mais distante, mas precisamos ter atenção a nós mesmos para isso e entender como funcionamos.

Só fica inerte à vida aquele que não soube compreender que tudo é maior do que ele pode imaginar. Quem sabe que as coisas são além do banal, consegue ver que algumas pedras nos caminho podem servir para matar a sua presa, construir suas muralhas e até mesmo os seus castelos. É assim que se fazem as grandes raridades, na riqueza dos pequenos detalhes, no controle do comum sobre o incomum. Níkolas Medson

domingo, 15 de janeiro de 2012

Que se Conserve a Alegria


A capacidade de superação dos obstáculos é o que nos faz mais fortes e grandes sempre. Muitas das vezes que desistimos acabamos deixando com que coisas melhores não tenham espaço para acontecer em nossas vidas e, quando se supera um obstáculo, ele se torna um degrau para que se possa chegar a um ponto mais alto e vermos o quanto superar, ao invés de desistir, nos fez bem.

Contornar os obstáculos é uma arte que deve ser aprendida e vivenciada. Ninguém chegará longe se não souber lidar com percalços da vida e fazer deles vitórias ao invés de derrotas.

Como diz o poeta: Toda alegria é uma vitória e uma vitória é sempre uma vitória, por menor que seja. Saibamos contornar os obstáculos e viver a vida com alegria ao invés de procurarmos a todo instante problemas para serem resolvidos e tirarem a nossa paz, a nossa alegria já é a vitória sobre as nossas barreiras.

A vida vai muito além do que possamos imaginar e nós podemos ser muito mais felizes do que pensamos que podemos ser. Vença todos os obstáculos ao invés de desistir. No caminho sempre haverão pessoas dispostas ajudá-lo quando as coisas ficarem não muito boas e eu sou uma delas. Níkolas Medson

sábado, 14 de janeiro de 2012

Ocupação Constante


Saber lidar com a utilização do tempo é uma tarefa que se torna cada vez mais importante no mundo corrido em que vivemos.
Nos tempos atuais, parece que, quanto mais atarefada a pessoa for, mais competente ela será. Uma grande inverdade.
Uma das ilusões que vivemos hoje é a de que estamos sendo úteis ou eficientes se estivermos abarrotados de tarefas. Como alguns dizem: Nunca se viu pessoas tão solitárias num mundo onde todos estão conectados o tempo inteiro. Talvez seja este o motivo de atarefar-se o tempo inteiro.

Não sabemos mais como é ter um tempo livre. Nos desacostuamos e até temos medo disso. Parece que, para não se sentir solitário, o ser precisa estar em constante interação com outros, no entanto, essa interação tem se tornado cada vez mais superficial e gerado um círculo vicioso.
Vejamos: Uma pessoa para se sentir útil e integrada procura tarefas para isto, porém, precisa ser tão eficiente na tarefa que desenvolve que o seu contato pessoal com as pessoas ao redor fica apenas na planície, pois o seu foco está na eficiência da tarefa. Depois de realizada, ele vê que aquela atividade não supriu a sua necessidade interior e vai procurar cada vez mais atividades, interagindo assim com mais pessoas, porém, de forma cada vez mais superficial, pois terá de se esforçar muito mais para poder dar conta de todas as responsabilidades que trouxe pra si.

Mas por que isso acontece? Isso acontece porque muitos de nós não aprendemos a olhar pra dentro de nós mesmos e entender quais as nossas reais necessidades e o por que delas. Não basta apenas tentar suprí-las, mas buscar entender a razão da existência delas e, negar que elas existem, pode ser uma grande armadilha.

No mundo atarefado, a utilidade das pessoas vem sendo cada vez mais esdrúxula, pois sempre existirá alguém que desempenhe alguma tarefa melhor que você e como brincam alguns: quado você acha que faz algo bem, haverá sempre uma criança asiática que faz melhor que você. As pessoas estão se desenvolvendo para não serem os operários das indústrias, mas estão se tornando operários em tempo integral da sociedade que se afunda nos seus proprios devaneios.

Já está na hora de repensarmos as nossas atitudes, principalmente as mais rotineiras, e vermos aonde estamos realmente vivendo ou simplismente participando da grande peça de teatro do "faça mais para se tornar mais útil". Peça que não está em cartaz no Teatro da Vida. Níkolas Medson

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Não Brinque, Valorize.

Tudo que existe na vida pode ser considerado complexo, mas nada tão complexo quanto a mente da pessoa humana, complexidade esta, que se torna bastante explícita nas relações entre as pessoas.
Usando a teoria de que a verdade é relativa, quero embasar o argumento que aqui trago de que cada pessoa interpreta a vida e todos os acontecimentos de maneiras completamente diferentes, por mais parecidas que sejam. Daí então temos a grande variedade de pensamentos, atitudes e valores que mudam de um para o outro. Mas até aí tudo bem.

O que complica mesmo é no que se trata das relações mais íntimas entre nós. Como citado, valores hoje variam muito de pessoa pra pessoa e isso nos faz chegar a um ponto onde já não sabemos quem está certo ou quem não está e até mesmo se há alguém agindo corretamente ou se tudo é permitido.
Nos deparamos em situações onde não sabemos como agir. Fica difícil respeitar os seus valores morais sem saber se está desrespeitando os valores morais do outro.

Eu já cheguei a um ponto onde muitas das vezes prefiro simplismente me afastar para não precisar aturar certas atitudes e nem ter de "educar" alguém sobre dado comportamento, pois pode ter sido esta a educação que ela recebeu e pode ver isto como algo completamente normal, sendo assim, penso que não cabe a mim ditar normas morais ou éticas a este. Afinal, neste ponto, não cabe a mim os protestos.

Por mais que todos hoje busquem se tornar cada vez mais livres, o respeito e a consideração mútua devem ser costumes a se preservar sempre, pois, antes da liberdade e satisfação às necessidades próprias, deve-se lembrar que precisamos cultivar e não perder nunca os bons modos e respeito, que são sinônimos claros de boa educação. Não pense que você já é bom o bastate por isso ou por aquilo. Se você não sabe viver bem com aqueles que tentam ao máximo estarem bem contigo, não adianta viver sorrindo e saudando aqueles que vivem com você apenas o que é confortável. Saiba dar valor a quem te valorizou quando você não sabia o valor que tinha, ao invés de supervalorizar quem sorri com você apenas porque já é simples e agradável isto. Lembre-se de quem te acolhe quando os sorrisos cessam ao fim do dia. Níkolas Medson

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Fases do Homem


A humanidade é feita para evoluir, muitos não percebem isto, mas o ser humano foi feito para se modifcar. Essa evolução nunca está completa, pois é um longo processo que passa por inúmeras gerações.

A questão é que o homem contemporâneo pensa já ter chegado ao seu estágio mais avançado, ao ser perfeito. Essa pensamento limitador faz com que novas transformações no ser dificultem a acontecer e haja uma barreira em relação a esse processo que acontece independente de nossa vontade.

No decurso da Humnidade o Homem começou como um ser que apenas agia por impulsos, sem comunicar-se racional ou verbalemente. Com o passar do anos foi aprendendo a se comunicar e pensar sobre si. Numa outra fase, o Homem explorou a sua capacidade intelectual, onde começaram as grandes invenções da história através do uso da tecnologia desenvolvida pela espécie durante os tempos em cada fase da história.

Nos dias de hoje chegamos a um estágio onde a evolução que está acontecendo é na consciência sobre a vida. O ser humano está em busca da consciência absoluta sobre si mesmo e sobre o mundo e sobre e o controle inteligente sobre as suas emoções; e isso deve ser levado em conta como uma das grandes fases evolutivas da humanidade. Com os métodos da Yoga, O Segredo, Kabalah e outros, a humanidade procura um estado de sabedoria, de absolutismo sobre a ignorância e medíocridade do ser em todos os seus aspectos.

Acredito que depois viveremos outro processo evolutivo ainda maior que ocorrerá nos nossos métodos de comunicação, mais ainda não chegamos a esse estágio. Enquanto isso, vamos tentar viver e conhecer, explorar o ser humano em tudo que ele pode ser adentrado, pois este é um estágio que precisa ser compreendido e superado para que estejamos mais próximos ao ser pleno. Níkolas Medson

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Relação Deus X Igreja


Nos últimos dias, fui questionado algumas vezes sobre a minha religiosidade ou ateismo e isso me chamou a atenção sobre como isso pode ser tido como um importante método seletivo que as pessoas usam para classificarem umas às outras.

Parece que, para alguns, o mundo se divide entre os religiosos e os ateus e isso é o ponto chave para definir alguém. O que, para mim, é algo bastante relativo e impossível de ser usado como regra para algo, principalmente para definir pessoas, que são muitas e completamente diferentes umas das outras independente de religião ou não.

Karl Max dizia que a religião é o ópio do povo. Acabo concordando com ele usando a ótica de que as pessoas usam a religião para amenizar as suas dores ou fechar os olhos para a realidade, usando a religião como uma carta branca para interpretar o mundo de outra maneira que, muitas das vezes, é usada como pretesto de fuga e marginalização consigo mesmos em relação ao todo.

Acredito que Deus e religião possam ser instituições relacionadas, mas não sinônimos. Por que penso assim? Acredtio sim que exista uma força maior e que pode ser conhecida por vários nomes em várias culturas diferentes. Para mim, Deus é uma força maior, abstrata e que não pode ser definida, pois não conheço ou tenha ouvido falar de alguém, nos dias de hoje, que me convença de que conheçe de forma efetiva ou exata o que está além ou num nível tão "elevado" quanto o desta força.

Realmente não acredtito neste conceito de DEUS que muitas das religiões, ou as mais conhecidas em nosso país, dão. Dizem que Deus seja unipotente, mas ditam tantas regras a si mesmo e às obras do Criador, que acabam contradizendo a sua prórpia teoria da unipotência, pois não pode-se dizer unipotente aquele que é limitado por regras. Sem precisar citar também a contraditória Teoria do Livre Arbítrio.

Enfim, não acredito no conceito de DEUS que muitas pessoas têm hoje, por interpretar que esses conceitos se dão a partir de suas próprias ideias. Como assim? Pessoas definem um deus e usam o seu nome para qualificar ideias próprias.
Dizem que não podemos ser ou buscar ser como deuses, como em Genêsis, em que Adão e Eva foram expulsos do Paraíso pelo fato de a mulher ter comido a 'futa proibida' com o intuito de adquirir o conhecimento absoluto e se tornar como Deus. As religiões mais populares dizem que querer ser como DEUS é pecado, mas fazem com que "Deus" seja a personificação de seus egos. Pois, se não fosse, não haveriam tantas regras, religiões, preconceitos ou proibições que, segundo eles, são normas vindas do alto.

Deus se atém à normas? Na Bíblia existe uma passagem que DIZ que Jesus elegeu o apóstolo Pedro como chefe da de sua igreja, e disse: O que tu ligares no Céu, será ligado na Terra, o que tu desligares no Céu será desligado na Terra. Se atém-se, atém-se à normas impostas por nós ou por um cargo? Onde fica a unipotência nisso tudo? Para observarmos melhor isso basta analisarmos a questão do Purgatório, que alguns papas (sucessores de Pedro) diziam existir e o atual diz que não existe. O Purgatório foi desativado ou realmente nunca existiu, como já dizia o pensamento de alguns, que tiveram as suas ideias reprimidas e perseguidas pela Igreja?


Acredito sim que haja uma força ainda maior que tudo que podemos conhecer e que estamos sim num caminho crescente na direção desta. Esta que não pode ser definida ou limitada por normas e conceitos de egos buscando meios para expor suas ideias e verdades. Como dizem os filósofos: A verdade é Relativa.

As religiões devem sim existir e ser usadas como forma de encontrar uma força maior e benéfica, nunca como forma de dominação através de normas capciosas e contraditórias. Níkolas Medson

domingo, 8 de janeiro de 2012

Fotografia Como Instrumento de Vida



Desde que a fotografia foi criada, houve uma grande revolução na forma de retratar o mundo e expressar a arte.
Hoje, 8 de Janeiro, Dia do Fotógrafo, venho parabenizar a todos os que sabem fazer da fotografia uma forma de arte e retratismo da história e, também, trazer ao blog uma de minhas fotografias do cotidiano.

Podemos ver a cada dia, fotografias com mais sensibilidade e ousadia em todos os cantos que olhamos. Fotografar é mais que o ato de registrar algo, mas é saber registrar, expressando a sua visão e sentimento sobre dado fato ou coisa.

Grandes artistas de nossa história deixaram a sua marca através da fotografia e estes serão sempre lembrados por ela, pois, seguindo a minha teoria sobre a criação artística, a arte sempre tem muito do artista impressa nela, sendo assim, a fotografia hoje faz com que o artista seja lembrado eternamente e se faça ser sentido por quem sabe olhar a sua obra com maestria.

Citarei aqui dois dos muitos fotógrafos que eu admiro, são eles:

Bernardo Morais, que encanta a muitos com as suas fotografias, que podem ser vistas em seu blog em que ele posta uma fotografia para cada dia e retrata cenas que vão desde as mais íntimas, até fatos corriqueiros que passam despercebidos aos nossos olhos. Bernardo Morais, para mim, pode ser definido por duas palavras: Exatidão e Sensibilidade. Um jovem fotógrafo que já conquistou o respeito e a admiração de muitos pelo seu singular e característico trabalho na fotografia. Bernardo Morais

Nan Goldin, fotógrafa americana que conheci no decurso de minha pesquisa sobre a censura na arte. Goldin registra fatos de seu cotidiano de forma crua e sem tabus. Ela foi escolhida para uma exposição pela empresa de telecomunicações Oi, mas acabou tendo as suas fotos censuradas pela própria empresa. Dentre as suas fotos, estão presentes cenas de crianças nuas (motivo pelo qual foi censurada e vetada), amigos em cenas íntimas e decadentes e até mesmo ela quando foi agredida por um parceiro. Algumas de suas fotografias e uma matéria sobre a censura que recebeu podem ser vistas no link a seguir. Nan Goldin
Níkolas Medson

sábado, 7 de janeiro de 2012

O Despertar da Consciência Crítica Desde Cedo


A cada geração, vemos pessoas com uma consciência crítica cada vez mais desenvolvida e isso é um dos fatores primordiais para a evolução do pensamento humano, do consciente coletivo e da sociedade como um todo.

No entanto, seria muito melhor se fôssemos instigados e cuidados desde criança no que se trata da nossa forma de pensar e criticar o mundo. Nossos pais e avós cresceram numa sociedade que acreditava que crianças não poderiam ter voz ou opnião, e podemos ver os resultados disso claramente no dias de hoje.

Com o desenvolver da sociedade, novos costumes e aumento do acesso à educação, a forma de lidar com essas questões foi se modificando bastante, tanto que hoje podemos ver pessoas com um senso crítico mais livre para poder influênciar na sociedade, mesmo que ainda sejam poucas.

As crianças sempre serão os agentes ativos do futuro que preparamos hoje. Por isto, despertar uma consciência crítica nelas de forma que elas possam pensar o mundo com mais possibilidades e criá-las quando elas não existirem, fará com que tudo melhore cada vez mais para todos.

Lutar contra a alienação e resignação, incentivando a ousadia e o pensamento crítico, deve ser um dos princípios básicos e constantes da educação de todos os jovens, pois como grandes agentes de desenvolvimento social, precisam estar preparados para analisar e questionar o mundo onde vivem. Assim, poderemos ter pessoas mais influentes num país onde tudo passa despercebido aos olhos da população e, mesmo que ela reivindique e tente mudar algo, ainda está muito distante de saber como agir para se tornar, de fato, uma nação de agentes conscientes e transformadores a ponto de grandes revoluções (e evoluções) em todo os sistemas. Níkolas Medson

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Famosos na Webcam-Jogo ou Deslize?


Pra começar, quero dizer que não acho muito elegante tratar de alguns assuntos neste blog, mas tentarei fazê-lo da maneira mais adequada possível.

Já não é segredo pra mais ninguém a polêmica dos vídeos de celebridades em cenas indevidas na internet, mesmo com o fato de todos eles, ou a maioria, estarem negando que os vídeos sejam verdadeiros.
E agora, pra completar a lista, caiu na rede o vídeo de um dos aspirantes a subcelebridade, o professor de muay thai Yuri Fernandes, participante do BBB12, que certamente não deve ainda ter sido informado do ocorrido. O vídeo foi divulgado esta semana em alguns blogs e está disponível até para download.

Com a busca de reconhecimento, algo que parece ter se tornado um vício social contemporâneo, as pessoas estão cada vez mais expostas e dispostas a se exporem umas às outras. Um grande exemplo a ser tomado pode ser o próprio Yuri (BBB12), que pode não ter pensado na possíveis consequências ao se mostrar para outra pessoa por meio de uma webcam. No que se trata da outra parte, que gravou o vídeo sabe-se lá com qual intenção, e o divulgou recetemente, estaria em uma tentativa de pegar carona na fama, ou "subfama", alheia? Ou será que isso já faz parte do jogo? Afinal, já não são só as mulheres do BBB as grandes ilustres das revistas de ensaios nus. Não se tem certeza de nada até o momento, a não ser do fato de que o vídeo é verdadeiro, assim como vários outros que foram lançados na rede.

Com a facilidade de integração disponibilizada pela internet, acabamos nos expondo para pessoas que nem se quer conhecemos pessoalmenete. E isto tem se tornado cada vez mais comum.

Mas quem nunca cometeu os seus pecados ou delsizes com o uso da internet, que atire a primeira pedra! O que se tem a fazer agora é nos acostumarmos com esta situação ou tentarmos resolvê-la, o que parece difícil, pois estamos cada vez mais vulneráveis a coisas desse tipo.
Quem quiser, e for maior de idade, pode assistir o vídeo de alguns dos "famosos da rede" em alguns blogs ou acessando o link a seguir: Link
Níkolas Medson

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Dicas da Beleza Masculina


Como primeiro post, pra valer, deste blog, vou falar sobre os métodos de beleza usados (ou que deveriam ser usados) pelos homens de hoje.
Bom, dizer que hoje os homens estão mais cuidadosos pode ser um mito, pois desde sempre os homens se cuidaram bastante. O que ocorre é que uma minoria de homens assumia ou realmente tinha o cuidado com a aparência por conta da educação que ditava que o homem deveria ser "largado". Mas vamos ao que interessa...
Hoje resolvi que iria cortar o meu cabelo, mas por um imprevisto não pude. Acabei, por ironia do destino, assistindo uns vídeos antigos no Youtube sobre hidratação capilar e resolvi fazer uma, que não fazia há muito tempo e estava precisando, pois assim, talvez não precisaria cortar o cabelo. Tenho o costume de sempre fazer uma mistura para passar nos cabelos: açucar, leite, cenoura e tudo mais que imaginarem não explodir (risos).
Então, nessa mistura toda, resolvi adicionar vinho, e o fiz. Depois fui pesquisar na internet se havia algum material sobre isto e descobri que o vinho, segundo alguns dizem, serve para reconstruir o cabelo, mas claro, não pode ser qualquer vinho barato.
Estou aqui com os cabelos cheios de creme, açucar e vinho. Não sei ainda se dá certo, mas parece que sim.
Sou um homem vaidoso, apesar de meus momentos de desleixo, e penso que todos os homens devem ser, pois isso não está relacionado apenas com a beleza, mas sim com o cuidado pessoal consigo memso. Homens, vamos nos cuidar cada vez mais, não só dos cabelos, mas também pele, roupas, perfumes e costumes.
Caminhamos para um mundo cada vez mais civilizado e desenvolvido e quem não se adapta ao desenolvimento social que está acontecendo em todos os âmbitos, acaba ficando pra trás em muita coisa. Sem contar que, todos gostam de uma imagem bela e modos agradáveis. Níkolas Medson

Retornando


De volta ao Blogspot pra interagir ainda mais com todos os internautas aqui. Agradecendo a todos os visitante do meu blog EgoSoul (Wordpress), que está cada dia mais acessado. Agora, volto aqui com um blog totalmente novo e pronto pra podermos interagir sobre vários assuntos como: Música, filmes, moda, fotografia e tudo mais que precisar de nossa atenção. Então... Vamos lá, blogueiros astutos!

Sintam-se à vontade para discurtir e expor suas opniões sobre todos os assuntos aqui tratados à partir de mim para vocês. Sejam todos bem vindos ao meu novo blog no Blogspot!

Visitem também http://egosoul.wordpress.com/